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Ucrânia ataca terminal petrolífero estratégico em São Petersburgo, a 850 km da fronteira russa

Redacao
4 de julho de 2026 às 14:26
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Ucrânia ataca terminal petrolífero estratégico em São Petersburgo, a 850 km da fronteira russa

Foto: Reprodução

Às 13h59 (Horário de Brasília) de sábado, 4 de julho de 2026, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciou uma série de ataques aéreos contra alvos estratégicos na região de São Petersburgo, na Rússia. Segundo o mandatário, os alvos estavam localizados a aproximadamente 850 km da fronteira ucraniana, marcando uma escalada significativa na campanha de desestabilização russa.

Terminal petrolífero e base naval russos alvejados

As forças ucranianas afirmaram ter atingido o terminal petrolífero de São Petersburgo, descrito como “um dos maiores” da Rússia, com capacidade de produção anual de 12,5 milhões de toneladas de derivados de petróleo. Imagens divulgadas por Zelensky mostram um drone impactando o alvo, seguido por uma densa coluna de fumaça negra. A BBC confirmou a autenticidade do ataque ao terminal. Além disso, a Ucrânia alegou ter bombardeado a base naval de Kronstadt, onde está sediada a Frota do Báltico russa, embora Moscou ainda não tenha se pronunciado oficialmente sobre as reivindicações.

Autoridades russas relatam queda de 72 drones e alertam população

O governador de São Petersburgo, Alexander Beglov, declarou que 72 drones ucranianos foram abatidos sobre a cidade e a região de Leningrado. Beglov ordenou que os residentes permanecessem em casa até a ameaça ser neutralizada, alertando ainda para possíveis interrupções nos serviços de internet móvel. A medida afeta mais de cinco milhões de habitantes da capital russa, que se prepara para possíveis consequências em infraestrutura crítica.

Ucrânia nega perda total de Kostyantynivka frente às forças russas

Em paralelo aos ataques em território russo, as forças armadas ucranianas desmentiram, no mesmo sábado, relatos de que a cidade estratégica de Kostyantynivka, no leste ucraniano, estivesse sob controle total das tropas russas. A negação reforça a estratégia de Kiev de manter a narrativa de resistência ativa, mesmo após meses de intensos combates na região de Donbas.