DayNews
  • HOME
  • GERAL
  • CIDADES
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
  • JUSTIÇA
  • POLÍCIA
  • AGRONEGÓCIO
  • LEITURA DINÂMICA
  • NOTA ZERO OU DEZ
  • ARTIGOS
  • SAÚDE
  • BRASIL
  • MUNDO
  • ESPORTE
Home
Justiça

Empresário é condenado por violência contra ex-Miss Universo Rio Branco

João Oliveira
20 de setembro de 2026 às 07:24
Compartilhar:
Empresário é condenado por violência contra ex-Miss Universo Rio Branco

Foto: Arquivo pessoal

Nasser Chami foi condenado por lesão corporal e ameaça após recurso do Ministério Público do Acre; defesa informou que pretende recorrer

O empresário Nasser Chami foi condenado pela Justiça do Acre pelos crimes de lesão corporal e ameaça contra a ex-companheira Guilheny Abramoski, vencedora do título de Miss Universo Rio Branco em 2023. O episódio ocorreu em novembro de 2024 e, segundo o processo, teve como contexto uma crise de ciúmes.

A decisão foi tomada por unanimidade pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), durante julgamento realizado na sexta-feira (11). O resultado foi publicado no Diário da Justiça do Acre na terça-feira (15), após recurso apresentado pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) contra a sentença de primeira instância que havia absolvido o empresário.

O processo tramita sob segredo de Justiça. A defesa de Chami informou que pretende recorrer da condenação.

Decisão da Justiça do Acre

O relator do processo, desembargador Samoel Evangelista, considerou que as provas reunidas eram suficientes para demonstrar a ocorrência da agressão e apontar Chami como responsável pelos crimes. Entre os elementos analisados pelos desembargadores está o exame de corpo de delito realizado após o episódio.

Durante o julgamento, a Câmara Criminal também examinou uma mudança na versão apresentada por Guilheny ao longo da tramitação do processo. Segundo o acórdão, essa alteração foi desconsiderada na análise da decisão.

Chami foi condenado por lesão corporal praticada contra mulher em razão da condição do sexo feminino e pelo crime de ameaça, dentro do contexto de violência doméstica e familiar. A decisão aplicou as disposições previstas na Lei Maria da Penha e estabeleceu o cumprimento da pena em regime aberto.

Ex-Miss relatou agressões

O caso veio a público em 18 de novembro de 2024, quando Guilheny relatou ao g1 que havia chegado à residência e encontrado o então marido “completamente agressivo”. De acordo com o relato apresentado na ocasião, Chami retirou roupas dela do guarda-roupa e determinou que deixasse o imóvel.

Ainda segundo Guilheny, quando tentou impedir o fechamento da porta, acabou sendo agredida.

“Ele estava literalmente surtado, me bateu bastante, bateu no rosto, na cabeça, me deu vários tapas”, afirmou. Ela contou que tentou se refugiar em outro cômodo, mas as agressões teriam continuado.

“Eu gritei bastante, eu gritava pedindo para ele parar, dizia: ‘por favor, para, não me bate’ e mesmo assim ele não parava”, relatou.

Conforme a versão apresentada pela ex-Miss, Chami também teria pegado um revólver e colocado a arma na cintura. Na sequência, segundo ela, teria determinado que limpasse a desordem deixada na residência.

O empresário também teria levado o celular de Guilheny quando saiu de casa para buscar a filha em uma sessão de terapia. A Patrulha Maria da Penha foi chamada e, de acordo com o relato do caso, identificou hematomas no corpo da modelo.

Prisão ocorreu após denúncia

Chami foi encaminhado à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) após a ocorrência. No dia 19 de novembro de 2024, passou por audiência de custódia e foi colocado em liberdade mediante pagamento de fiança.

Na ocasião, a Justiça determinou medidas cautelares contra o empresário. Entre as restrições estavam o uso de monitoramento eletrônico e a proibição de se aproximar ou manter contato com Guilheny.

O relacionamento entre os dois havia durado cerca de um ano e três meses. Na época da denúncia, a ex-Miss afirmou: “Ele tem uma filha pequena, sempre foi um bom pai, não imaginava que seria assim como marido”.

Defesa pretende recorrer

A advogada Larissa Chaves, que representa Chami, declarou que pretende contestar a decisão nas instâncias superiores “até que a Justiça seja feita”.

Em nota, a defesa classificou como absurdo o recurso apresentado pelo Ministério Público e afirmou que houve inverdade no processo. Os advogados também disseram que continuarão adotando as medidas judiciais cabíveis em favor de Chami e da própria mulher envolvida no caso.

Continue Lendo

Foro especial no STF faz Brasil integrar minoria nas Américas; veja quem tem o direito

Foro especial no STF faz Brasil integrar minoria nas Américas; veja quem tem o direito

1ª Turma do STF mantém condenação de Eduardo Bolsonaro por coação

1ª Turma do STF mantém condenação de Eduardo Bolsonaro por coação

Defesa de Daniel Vorcaro pede a Fachin revogação da prisão preventiva

Defesa de Daniel Vorcaro pede a Fachin revogação da prisão preventiva

Publicidade
Acess
Publicidade
Fabio Argenta
Publicidade
Visa Contábil
Publicidade
DayNews

O portal de notícias mais completo de Cuiabá e Mato Grosso. Informação de qualidade com credibilidade, 24 horas por dia.

Navegue no Site

  • Geral
  • Cidades
  • Economia
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Mundo
  • Esporte
  • Artigos
  • Polícia
  • Saúde

Institucional

  • Sobre Nós
  • Equipe
  • Fale Conosco
  • Privacidade
  • Termos de Uso

Fale Conosco

  • contato@daynews.com.br
  • Telefone(62) 3212-3434

© 2026 DayNews - Desenvolvido e editado por Agência Hoover.

TermosPrivacidade