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Neymar tem ‘evolução insuficiente’ em exame e volta à Seleção segue incerta

Redacao
16 de junho de 2026 às 06:47
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Neymar tem ‘evolução insuficiente’ em exame e volta à Seleção segue incerta

Em fase de preparação com a seleção brasileira, Neymar realizou trabalhos na academia, sob acompanhamento da comissão técnica. Foto: Nelson Terme/CBF

O atacante Neymar deu um passo adiante em sua recuperação da lesão na panturrilha direita, mas ainda não o suficiente para reencontrar os gramados. Segundo exames realizados na segunda-feira, 15 de junho de 2026, os resultados indicaram uma “melhora na recuperação da fibra muscular”, conforme relatado por fontes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). No entanto, a evolução foi considerada insuficiente para permitir a liberação do jogador para os treinamentos coletivos ou para a tão aguardada transição física rumo à competição.

Sem prognóstico definido: próximos exames em 48 horas

A ausência de um parecer oficial da equipe médica — ao contrário do comunicado emitido após o último exame — reforça a cautela no diagnóstico. A CBF optou por não se pronunciar publicamente sobre o estado clínico do atleta, limitando-se a confirmar que a repetição dos exames está prevista para os próximos dias. Enquanto isso, Neymar segue sob um regime intensivo de fisioterapia, acompanhamento médico especializado e suporte nutricional, sem previsão de retorno aos treinamentos com a Seleção.

Pressão temporal: Copa do Mundo em xeque

A incerteza em torno da participação de Neymar na Copa do Mundo — cuja data-limite se aproxima — eleva a tensão sobre o planejamento tático da equipe comandada por Tite. O atacante, lesionado desde a chegada dos brasileiros aos Estados Unidos, é peça-chave no ataque canarinho. A falta de um cronograma concreto para seu regresso deixa a comissão técnica em estado de alerta, especialmente diante da proximidade do confronto contra a Escócia, agendado para os próximos dias.

Cenário nebuloso: riscos e expectativas

Embora os exames tenham descartado um agravamento da lesão, a lentidão na recuperação acende um sinal amarelo. Especialistas em medicina esportiva ouvidos pela ClickNews destacam que lesões musculares de grau 2 ou 3, como a sofrida por Neymar, exigem pelo menos 3 a 6 semanas de reabilitação. A pressão por resultados imediatos, somada à pressão midiática, pode forçar uma aceleração no processo — um fator de risco para recidivas.