DayNews
  • HOME
  • GERAL
  • CIDADES
  • ECONOMIA
  • POLÍTICA
  • JUSTIÇA
  • POLÍCIA
  • AGRONEGÓCIO
  • LEITURA DINÂMICA
  • NOTA ZERO OU DEZ
  • ARTIGOS
  • SAÚDE
  • BRASIL
  • MUNDO
  • ESPORTE
Home
Polícia

Monstruosidade: Polícia identifica mãe de bebê encontrada em lixeira de condomínio em Várzea Grande

Missias
27 de agosto de 2026 às 12:11
Compartilhar:
Monstruosidade: Polícia identifica mãe de bebê encontrada em lixeira de condomínio em Várzea Grande

Foto Reprodução

Jovem de 25 anos admitiu ser a mãe da recém-nascida e confirmou ter descartado o corpo; Polícia Civil apura as circunstâncias da morte e não descarta eventual prática abortiva

A Polícia Civil de Mato Grosso identificou a mulher apontada como mãe da recém-nascida encontrada morta em uma lixeira de um condomínio residencial de Várzea Grande, em 23 de julho. A investigada, de 25 anos e moradora do próprio condomínio, prestou depoimento na Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

O caso começou a ser apurado depois que um funcionário encontrou o corpo da criança dentro de uma caixa de papelão, em meio ao lixo. A recém-nascida estava envolvida em uma sacola plástica, ainda com o cordão umbilical e sem sinais vitais.

Perícia constatou que bebê nasceu com vida

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizou os primeiros exames e concluiu que se tratava de uma menina com aproximadamente 26 semanas de gestação, período equivalente a cerca de seis meses. A criança pesava aproximadamente 750 gramas.

O exame de necropsia não apontou sinais de violência física. Os peritos, contudo, identificaram evidências de que a bebê chegou a respirar depois do parto, o que indica que nasceu com vida e sobreviveu por um período ainda não determinado.

A causa exata da morte permanece indefinida. Entre as possibilidades analisadas está a de que a prematuridade extrema tenha contribuído diretamente para o óbito.

Imagens ajudaram polícia a chegar à investigada

Durante as diligências, investigadores da DHPP chegaram à mulher apontada como mãe da criança. Segundo a Polícia Civil, ela também foi identificada nas imagens do sistema de videomonitoramento do condomínio como a pessoa que levou o material até a lixeira.

Em depoimento, a mulher reconheceu ser a mãe da recém-nascida e afirmou que apenas desconfiava da gravidez. Segundo sua versão, apesar da gestação, continuava apresentando sangramentos e, por esse motivo, não procurou atendimento pré-natal. Ela disse ainda que não havia informado o marido nem outros familiares sobre a suspeita.

A investigada relatou que, na noite de 22 de julho, enquanto o marido dormia, teria entrado inesperadamente em trabalho de parto no banheiro da residência e dado à luz sem auxílio de outra pessoa.

Conforme o depoimento, a bebê teria nascido aparentemente sem sinais de vida. A mulher afirmou que cortou o cordão umbilical e colocou o corpo em uma caixa juntamente com a placenta e outros resíduos do parto. Posteriormente, durante a madrugada, levou o material até a lixeira do condomínio.

Ao confirmar que aparece nas gravações de segurança, a investigada atribuiu sua conduta ao “estado de desespero e confusão emocional em que se encontrava”. Ela negou ter ingerido substâncias com finalidade abortiva ou recebido ajuda de terceiros.

Marido afirma que soube do caso posteriormente

O marido da investigada também prestou depoimento. De acordo com a Polícia Civil, ele confirmou, em linhas gerais, as informações apresentadas pela companheira e declarou que somente tomou conhecimento do episódio dias depois, após a repercussão do caso.

A investigação busca agora esclarecer o que ocorreu antes, durante e depois do parto, além de estabelecer com precisão as circunstâncias da morte da criança.

Polícia aguarda exames e não descarta hipótese de aborto

A possibilidade de que o parto tenha sido provocado por meio da ingestão de alguma substância ou por outro tipo de intervenção continua sob análise. A confirmação ou exclusão dessa hipótese dependerá dos laudos e exames periciais complementares ainda pendentes.

A previsão da Polícia Civil é de que o inquérito seja concluído nos próximos dias. A princípio, a investigada poderá ser indiciada por homicídio, sob o entendimento da autoridade policial de que, na condição de mãe, possuía dever jurídico de cuidado, proteção e guarda da recém-nascida, que, conforme apontou a perícia, nasceu com vida.

O delegado Rogério Gomes, da DHPP, responsável pela condução das investigações, ressaltou que a classificação jurídica ainda poderá ser revista conforme o avanço das perícias. Outros crimes também poderão ser analisados, inclusive aborto, caso os exames indiquem que houve algum procedimento destinado a provocar antecipadamente o parto.

Continue Lendo

Base integrada amplia presença das forças de segurança no entorno da Terra Indígena Sararé

Base integrada amplia presença das forças de segurança no entorno da Terra Indígena Sararé

PF deflagra operação para rastrear financiamento de ‘Dark Horse’

PF deflagra operação para rastrear financiamento de ‘Dark Horse’

PF investiga desvio de emendas parlamentares e atinge núcleo ligado a filme sobre Bolsonaro

PF investiga desvio de emendas parlamentares e atinge núcleo ligado a filme sobre Bolsonaro

Publicidade
Acess
Publicidade
Fabio Argenta
Publicidade
Visa Contábil
Publicidade
DayNews

O portal de notícias mais completo de Cuiabá e Mato Grosso. Informação de qualidade com credibilidade, 24 horas por dia.

Navegue no Site

  • Geral
  • Cidades
  • Economia
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Mundo
  • Esporte
  • Artigos
  • Polícia
  • Saúde

Institucional

  • Sobre Nós
  • Equipe
  • Fale Conosco
  • Privacidade
  • Termos de Uso

Fale Conosco

  • contato@daynews.com.br
  • Telefone(62) 3212-3434

© 2026 DayNews - Desenvolvido e editado por Agência Hoover.

TermosPrivacidade